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Vídeo. Em 2018, Jô trocou de lugar e foi entrevistado por Porchat

Escrito por Redação

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Fábio Porchat deve sua carreira artística a Jô Soares. Foi no palco do Programa do Jô, em 2002, que o então universitário encenou uma esquete de Os Normais e decidiu seguir na comédia. O apresentador, que morreu nesta sexta-feira (5), aos 84 anos, trocou de lugar com o “pupilo” e foi entrevistado em uma edição histórica do Programa do Porchat, da Record, em abril de 2018.

Exibida praticamente na íntegra, em duas noites, Jô Soares relembrou os tempos áureos da Record, nos anos 60, quando estrelou Família Trapo ao lado de Ronald Golias e outros artistas. Também falou sobre a perseguição da ditadura militar, a saída da Globo e a eterna gratidão a Silvio Santos, que realizou seu sonho de ter um programa de entrevistas. O dono do SBT, entretanto, nunca aceitou ser entrevistado por ele.

“Convidei [Silvio Santos] várias vezes e ele respondeu: ‘não dá’. E é cínico. Falei: ‘Silvio, estou parando e seria tão lindo que você me desse a última entrevista’. E ele contou a história da cigana que encontrou na Disney e falou que se ele desse entrevista morreria no dia seguinte. Se tivesse dado entrevista para mim, teria que fazer com todos que recusou. Mas sou eternamente grato”, disse Jô, conformado a Porchat.

Fora do ar desde dezembro de 2016, quando o último Programa do Jô, o apresentador e comediante admitiu que não tinha saudade da televisão.

“Se eu sentisse falta, teria continuado. Cumpri minha meta. Adorava o meu trabalho, adoro conversar e é um prazer estar aqui com você porque é uma pessoa da qual eu gosto e em quem confio. Não posso sentir falta depois de 29 anos e 15 mil entrevistas”, afirmou Jô para, minutos depois, abrir um parêntese. “A única coisa da qual sinto falta é do [quadro] ‘Meninas do Jô’”.

O quadro com jornalistas abordava os assuntos políticos com um toque de humor. Entre centenas de entrevistas com personalidades da política, uma gerou até ameaças de morte. Em 2015, Jô Soares foi até Brasília e entrevistou a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT) e teve o muro do seu prédio pichado.

“Escreveram na minha casa: ‘Morra, Jô Soares!’. Mas eu resolvi não concordar”, brincou ele, arrancando gargalhadas da plateia. “Sempre vou entrevistar presidente. É que [com a Dilma] eu não debati. Fiz a pergunta que todos fariam e não debati. Ficaram loucos da vida, mas não é minha função. Se eu debato, tomo partido”, avaliou.

Relembre a entrevista de Jô Soares e Fábio Porchat:

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