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Últimas horas de PM matar irmã foram de bebedeira e brigas

Escrito por Redação

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Rhaillayne Oliveira de Mello, policial militar presa por matar a irmã após discussão em um posto de gasolina no Rio de Janeiro, estava bebendo há aproximadamente 12 horas no momento em que disparou contra a irmã. Segundo depoimentos dos envolvidos, ela discutiu com ao menos quatro pessoas, além de Rhãyna, a irmã morta: sua mãe, um motorista da Uber, o dono de um bar e sua outra irmã, que está grávida. As informações são do UOL.

Briga

Rhaillayne saiu de casa por volta das 20h30 da última sexta-feira para ir à festa de uma tia, onde esteve com a mãe, a irmã assassinada e a irmã grávida. 

Tudo começou dentro do carro da Uber que Rhaillayne, sua mãe e sua irmã grávida estavam ao sair da festa. Rhãyna não estava no carro. A PM começou a agir de uma forma desagradável com o motorista por considerá-lo “suspeito”.

Por isso, mãe e irmã repreenderam a atitude, o que levou a uma agressão física por parte de Rhaillayne. A grávida teria ficado com marcas de arranhões no corpo.

Nesse momento, Rhãyna estava em um bar com o amigo, mas soube do ocorrido porque recebeu mensagens e uma fotografia da irmã agredida.

Já por volta das 3h, Rhaillayne foi até a sua casa e pegou sua pistola. O marido da PM estava dormindo e não viu sua entrada. De volta à rua, Rhaillayne sentou sozinha no bar chamado Nando’s. Até às 3h48, quando a mãe da PM ligou para o genro contando da briga.

O marido de Rhaillayne procurou a arma dela em casa e não encontrou. Resolveu, então, ligar para o sogro, que disse que não iria procurar a filha porque o encontro dos dois poderia “piorar a situação”.

Entre 4h30 e 4h45, Rhãyna contou ao cunhado onde Rhaillayne estava, e o esposo encontrou a mulher por volta das 4h45, sozinha. Como se negou a voltar para a casa com o marido, o PM saiu e foi até a casa da sogra, em seguida voltando à residência do casal.

Rhãyna informou ao cunhado que ficaria em um local próximo ao bar onde estava Rhaillayne, mas distante para evitar discussão. Foi quando Rhaillayne pediu que Rhãyna a encontrasse. A jovem de 23 anos, a PM e um amigo ficaram no bar até fechar.

Morte de Rhãyna

Ainda no bar, as irmãs dançaram e conversaram tranquilamente.

Mas, quando o bar fechou, a a PM quis voltar para usar o banheiro e foi impedida pelo dono. Foi quando Rhaillayne atirou para o alto na porta do estabelecimento. Ela diz não se lembrar desses fatos.

Foi quando Rhãyna ligou para o marido da PM por volta de 7h55. A irmã estava “transtornada e alcoolizada” em um posto de gasolina. Elas começaram a discutir. Não há informações sobre o teor da briga.

Por volta de 8h10, o marido da PM chegou e viu que a esposa estava bebendo havia 12 horas. O próprio marido, que é PM, tentou acalmar a situação entre as irmãs, sem sucesso.

Quando elas começaram uma agressão física, o marido de Rhaillayne e o amigo de Rhãyna conseguiram apartar, ao que a PM sacou a própria arma e começou a atirar na direção de Rhãyna.

Quando a PM interrompeu os tiros, Rhãyna se aproximou e elas voltaram a brigar. Rhaillayne, então, acertou um tiro no peito da irmã de 23 anos. A jovem já teria caído sem vida. Com o disparo, o PM deu voz de prisão à esposa e a levou para a Delegacia de Neves (73ª DP).

“Psicose”

Apesar de dizer não lembrar de quase nada, Rhaillayne admitiu em depoimento que atirou contra a irmã e que tentou socorrê-la.

Antes de ir à prisão, Rhaillayne contou aos policiais que machucou a si mesma enquanto estava sendo conduzida, tentando arrancar as próprias unhas. Ao UOL, o perito Celso Eduardo Jandre Boechat atestou que a PM chegou no local do exame “com comportamento sugerindo psicose ou estado pós-traumático”. Ela estava sem uma das unhas da mão esquerda.

Em audiência de custódia realizada no domingo (3), Rhaillayne teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

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