Com hat-trick de Morata, Atlético de Madrid goleia Juventus em amistoso

O Atlético de Madrid não tomou conhecimento da Juventus,...

Cônsul da Alemanha no Rio é preso por suspeita de matar o marido

O cônsul da Alemanha na cidade do Rio de...

Colônia domina Schalke e vence em sua estreia no Campeonato Alemão

O Colônia recebeu o Schalke, neste domingo, e saiu...

China expande exercícios em áreas a norte de Taiwan, e ilha critica desinformação

GUARULHOS, SP (FOLHAPRESS) - Os exercícios militares promovidos pela...

TJRJ nega mandado de segurança a acusado pela morte de Patrícia Acioli

Publicado em:

Compartilhe esse artigo

Por unanimidade, os desembargadores do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio negaram, nesta segunda-feira (4), a concessão de um mandado de segurança pelo qual o tenente-coronel da Polícia Militar, Cláudio Luiz Silva de Oliveira, tentava estender o prazo para enviar recurso especial ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). ebcebc

O oficial foi condenado a 36 anos de prisão e à perda do cargo público pela morte da juíza Patrícia Acioli, em Niterói, no dia 11 de agosto de 2011, quando a magistrada chegava em casa de carro e sofreu uma emboscada.

A decisão dos magistrados, que acompanharam o voto do desembargador relator Antônio Carlos Nascimento Amado, deve tornar o julgamento definitivo. Com isso, o ex-comandante do 7º BPM (São Gonçalo), na ápoca do crime, que atualmente cumpre pena na Unidade Prisional da PM em Niterói, na região metropolitana, fica próximo de ser expulso da corporação, perdendo também o soldo e vantagens remuneratórias que continua a receber. 

Segundo o acórdão, o mandado de segurança foi impetrado pela defesa do réu após a terceira e segunda vice-Presidências do Tribunal de Justiça terem indeferido uma sequência de agravos considerados incabíveis para o que se pretendia.

 O crime 

A juíza Patrícia Acioli foi morta com 21 tiros quando chegava em sua casa em Niterói após sair do Fórum de São Gonçalo, onde trabalhava. Naquele dia, ela havia assinado os pedidos de prisão de dois policiais militares, que a seguiram e a mataram na mesma noite. 
 
Eles integravam uma milícia que atuava no 7º Batalhão da PM, acusada de ter forjado centenas de autos de resistência para encobrir execuções. Todos os 11 policiais denunciados foram condenados pela Justiça. 

O que você achou desse assunto?

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Itarantim: TJ-BA suspende liminar que garantia elevação do salário dos professores

O presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargador Nilson Castelo Branco, suspendeu a liminar que garantia a elevação do piso salarial de professores do Município de...

Mais de 23 milhões de eleitores estão aptos a votar voluntariamente em 2022

Dos mais de 156 milhões de pessoas aptas a participar do processo eleitoral em outubro de 2022, ao menos 23,34 milhões de eleitores e eleitoras atenderão ao compromisso...

Desembargador Roberto Frank é eleito presidente do Coptrel

O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), desembargador Roberto Maynard Frank, foi eleito na tarde desta sexta-feira (5) o novo presidente do Colégio de Presidentes dos...