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Dólar sobe e fecha no maior valor desde janeiro, cotado a R$ 5,38

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O dólar teve um dia de alta e fechou o pregão desta terça, 5, cotado R$ 5,38, o maior valor desde 28 de janeiro (R$ 5,39). A alta total foi de 1,21%, e ao longo do dia, a moeda chegou a valer R$ 5,40 na máxima da sessão. A possibilidade de uma recessão na economia global segue como uma das preocupações dos investidores, o que levou investidores a buscarem segurança na moeda norte-americana e fortaleceu-a não apenas na comparação com o real, mas também com diversas outras – o euro se aproximou da paridade com o dólar pela primeira vez desde sua criação (atualmente, um euro vale US$ 1,03). O mercado aguarda para quarta, 6, a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), que deve indicar se na próxima ocorrerá uma alta de 0,5 ou 0,75 ponto percentual, e dados de criação de empregos nos EUA, previstos para sexta, 8, também servirão como um termômetro importante do estágio atual do ciclo de crescimento da economia do país.

Já o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, teve recuo de 0,32%, para 98.294 pontos, em uma sessão marcada pela volatilidade – o índice chegou a ficar em 96.499 pontos, o menor valor desde 3 de novembro de 2020. Grande parte do movimento de baixa veio dos mercados norte-americanos, que viram S&P 500 e Nasdaq reverterem a tendência negativa no fim da tarde. A queda no preço internacional do petróleo, que despencou 10%, puxou para baixo as ações das petroleiras, incluindo a Petrobras – as ações ordinárias da estatal caíram 4,27% e as extraordinárias, 3,81%. Por outro lado, empresas do setor de comércio varejista foram bem: Magazine Luiza teve a maior alta do Ibovespa (11,74%), seguida por ViaVarejo (11,48%) e Americanas (9,73%). A queda na Bolsa é igualmente influenciada pelo mau humor global, além de um fator nacional: a preocupação com a tramitação no Congresso da ‘PEC das Bondades’, que aumenta gastos do governo – o mercado avalia que o risco fiscal para a União será elevado com as medidas determinadas na proposta, que podem ter custo de até R$ 41,5 bilhões.

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