Divinópolis: vereador deixa vice-presidência da Câmara por nojo dos colegas

O vereador de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais,...

Homem é suspeito de furtar a própria mãe em Minas

Um homem de 41 anos, que há poucos dias...

Mulher morre durante teste físico para oficial do Exército

O Comando Militar do Leste (CML) abriu um processo...

Anitta perde malas com figurinos de turnê na Europa

A cantora Anitta perdeu, nesta semana, malas com seus...

Kalil diz que só Zema e Pimentel atrasaram salários e que ele pagará em dia

Publicado em:

Compartilhe esse artigo
Alexandre Kalil, pré-candidato do PSD ao governo de Minas Gerais, disse que, se vencer a eleição estadual, vai manter em dia os salários do funcionalismo público.
Os vencimentos voltaram a ser normalizados em agosto do ano passado, depois de mais de quatro anos de parcelamentos.
“É a única coisa que prometo (não atrasar salários de funcionários públicos). Minas Gerais tem 300 anos, só dois governadores atrasaram salários: Fernando Pimentel (PT) e Romeu Zema (Novo)”, disse o ex-prefeito de Belo Horizonte, durante participação no programa “Café com Matte”.
A íntegra da entrevista será publicada nesta quinta-feira (23/6), no YouTube e em plataformas de podcasts. Marcelo Matte, o anfitrião, foi diretor da TV Globo em Minas e atuou na Secretaria de Estado de Cultura de Zema.

Kalil firmou aliança com o presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante a conversa com Matte, ele projetou o triunfo do petista e teceu críticas à postura de Jair Bolsonaro (Pl) ante a pandemia.

  • Leia mais: Kalil sobre Bolsonaro na pandemia: ‘fracasso absoluto’

Aborto é ‘saúde pública’

Ao longo do bate-papo, Kalil também discorreu sobre a legalização do aborto. No Brasil, o procedimento é autorizado apenas em três casos: gravidez fruto de estupro, anencefalia do feto e risco à vida da gestante.

Nesta semana, os sites “The Intercept Brasil” e “Portal Catarinas” revelaram que, em Santa Catarina, uma menina de 11 anos, vítima de estupro, foi impedida de fazer aborto por uma juíza. À época da decisão, a garota estava na 22° semana de gestação.

Embora tenha dito não possuir opinião formada a respeito do tema, Kalil defendeu o debate sobre o aborto como pauta de saúde pública.

“O que não pode, em um país que tem ‘não sei quantos mil’ abortos por ano, é o rico ter uma clínica de alto luxo e, me desculpe a sinceridade, o pobre ter que usar uma agulha de crochê. Isso não pode”, disparou. “Isso virou um tabu, e eu nem sei o porquê”, completou ele.

O que você achou desse assunto?

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Com o apoio da torcida, Vasco bate Operário por 3 x 0 em casa

Mais uma vez empurrado por sua torcida, que voltou a lotar São Januário e fazer dele um verdadeiro caldeirão, o Vasco venceu o Operário-PR,...

Divinópolis: vereador deixa vice-presidência da Câmara por nojo dos colegas

O vereador de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, Roger Viegas (Republicanos), renunciou ao cargo de vice-presidente da Mesa Diretora, alegando falta de "respeito...

São João de Paripe leva diversão para as famílias e renda extra para os trabalhadores do Subúrbio

Foto: Antonio Queirós / GOVBA Mais de três mil pessoas se divertiram...
Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com