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Indígenas contrariam PF e afirmam que morte de Dom e Bruno teve mandante

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A União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) contestou, ontem, a nota emitida pela Polícia Federal (PF) concluindo que os assassinatos de Bruno Araújo Pereira e Dom Phillips teria sido obra dos irmãos Amarildo (o “Pelado”) e Oseney da Costa Oliveira (o “Dos Santos”) com outras pessoas, que estão sendo investigadas. De acordo com a corporação, não houve “mandante nem organização criminosa por trás do delito”.

– Leia: Polícia prende terceiro suspeito de envolvimento nas mortes na Amazônia

Porém, segundo a Univaja, “Pelado” e “Dos Santos” fazem parte de um “grupo criminoso organizado” que invade constantemente as terras indígenas do Vale do Javari. Por conta disso, os membros da entidade chegaram a enviar documentos ao Ministério Público Federal (MPF), à PF e à Fundação Nacional do Índio (Funai) indicando uma quadrilha que age na região e identificando as pessoas que a integram.
“Tais documentos apontam a existência de um grupo criminoso organizado do qual ‘Pelado’ e ‘Dos Santos’ fazem parte. Esse grupo de caçadores e pescadores profissionais (está) envolvido no assassinato de Pereira e Phillips. Descrevemos nomes dos invasores, membros da organização criminosa, seus métodos de atuação, como entram e como saem da terra indígena, os ilícitos que levam, os tipos de embarcações que utilizam em suas atividades ilegais”, ressalta a nota da Univaja.
Os indígenas afirmaram também que Bruno se tornou alvo dos criminosos por realizar um trabalho de mapeamento das atividades ilegais no Vale do Javari. Assim como ele, outros integrantes da Univaja receberam ameaças de morte por meio de bilhetes anônimos.
“A nota à imprensa, emitida pela PF hoje (17/06/22), corrobora com aquilo que já destacamos: as autoridades competentes, responsáveis pela proteção territorial e de nossas vidas, têm ignorado nossas denúncias, minimizando os danos, mesmo após os assassinatos de nossos parceiros, Pereira e Phillips”, ressalta a nota da Univaja.

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