Na Praia volta em novo endereço e com programação para toda a família

Após dois anos de hiato, o Na Praia volta...

Dono de boliche acusado de homofobia é perito da Polícia Federal

Um dos donos do estabelecimento Capitão Boliche, denunciado por...

CPI em Uberlândia investiga contratos da Secretaria de Saúde

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) vai investigar contas...

Varíola dos macacos: MG deve ‘evitar transmissão’, diz especialista

O primeiro caso de monkeypox - agente responsável por...

Guerra nos bastidores opõe Mercedes contra outras equipes da F1

Publicado em:

Compartilhe esse artigo
O primeiro dia de disputa do GP do Canadá de F1 está apenas começando: na pista, Max Verstappen saiu na frente e liderou o primeiro treino livre no Circuit Gilles Villeneuve, que volta a receber a categoria desde 2019. O holandês também foi o líder na segunda atividade do dia.
Já a guerra pela nova polêmica da F1 está mais acirrada do que nunca, e opõe a Mercedes de Lewis Hamilton e George Russell contra a maioria das equipes, sobretudo as principais rivais Ferrari e Red Bull.
Isso porque ontem a FIA emitiu comunicado oficial que vai tomar providências para limitar os carros de 2022 para que o efeito colateral das novas regras aerodinâmicas (o chamado “porpoising”, o carro “quicando” em altas velocidades) não afete a saúde dos pilotos.
“Não é uma questão de performance, é algo que vem em primeiro lugar, a segurança e nossa saúde”, disse Hamilton hoje na entrevista coletiva em Montreal, onde Gazeta Esportiva acompanha o GP do Canadá. Perguntado se conseguiria sair do carro depois do GP de Baku em 10 segundos (regra sobre segurança para acidentes com incêndio, por exemplo), o inglês foi taxativo: “não”.
Há também estudos que mostram que os pilotos podem ter danos cerebrais a médio e longo prazo, e também em suas colunas e vértebras.
Mas, se é uma questão de saúde e segurança, por que não mudar logo o regulamento? Quem está liderando o campeonato, claro, é contra. “Não vejo a questão como um problema, para nós é algo tranquilo”, fez questão de dizer Verstappen ao ser perguntado da situação.
Sainz e Leclerc, da Ferrari, que também estão na disputa do título, ainda foram além. “Cabe ao time prover um carro seguro e que não dê danos a seus pilotos”, provocou Leclerc.
A Mercedes garante que já mexeu na altura dos carros e que o problema continua. “Já tentamos de tudo e não funciona, não é apenas sobre performance, é sobre segurança e saúde”, repetiu Hamilton.
Fato é que vindo da equipe que dominou todas as temporadas entre 2014 e 2020 e em 2022, com as novas regras, se tornou apenas a terceira força do Mundial, a reclamação é vista no paddock como uma forma de mexer novamente nos carros e, assim, o time germânico reencontrar o caminho das vitórias.
Para os pilotos, no entanto, uma coisa é clara: mesmo que não haja nenhuma mudança, eles preferem o carro mais rápido do que um carro que provoque menos dores nas costas ou até mesmo danos cerebrais a longo prazo. “Isso é ser piloto de corrida, a gente sempre vai querer performance”, resumiu Sergio Perez.
O GP do Canadá de 2022 terá sua bandeirada neste domingo – mas a guerra nos bastidores pelo fim do “porpoising” está apenas começando.

O que você achou desse assunto?

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Hamilton, Mercedes e FIA respondem Piquet após uso de termo racista

A fala com termo racista usada pelo ex-piloto Nelson Piquet para se referir ao britânico Lewis Hamilton foi repudiada pelos principais agentes da Fórmula...

Verstappen vence GP do Canadá e amplia vantagem na liderança da temporada

O holandês Max Verstappen venceu o GP do Canadá neste domingo e disparou na ponta da Fórmula 1. O piloto conquistou sua sexta vitória...

Max Verstappen mantém domínio e conquista a pole no GP do Canadá

O holandês Max Verstappen confirmou o bom desempenho do dia anterior e assegurou a pole position para o Grande Prêmio do Canadá de Fórmula...
Social Media Auto Publish Powered By : XYZScripts.com