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Greve dos professores da rede particular de Minas começa com pouco impacto

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O primeiro dia de greve dos professores da rede particular de ensino de Minas foi marcado por uma baixa adesão da categoria à paralisação. Nesta segunda-feira (6), de acordo com o sindicato dos trabalhadores, apenas 30% dos funcionários cruzaram os braços. De acordo com a representação das escolas, nenhuma instituição teve as aulas suspensas.
Os professores reivindicam recomposição salarial de acordo com a inflação acumulada e um ganho real de 5%, manutenção dos direitos previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), regulamentação do trabalho virtual, entre outros pontos de valorização profissional.
Nesta terça-feira (7), às 15h, há uma nova reunião marcada entre as escolas e os professores. O que for decidido nesta rodada de negociações será levado para votação na quarta-feira (8), em nova conferência dos trabalhadores no pátio da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Região Centro-Sul de BH.
“O sindicato dos professores negocia com o sindicato patronal há mais ou menos dez rodadas e, nessas dez rodadas, a única proposta foi de aumento de 5% para professores da educação básica e 4% para os da superior”, afirmou a presidente interina do Sindicato dos Professores do Estado de Minas Gerais (Sinpro), Thaís Fonseca.
 
Leia mais: Professores da rede privada decidem entrar em greve por tempo indeterminado 
Neste primeiro dia de greve, os professores se reuniram no pátio da ALMG para uma aula pública durante a manhã. Nesta terça-feira, antes da reunião com o Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe-MG), haverá uma manifestação da categoria em frente à sede do sindicato patronal no Bairro Barro Preto.
Segundo Thaís Fonseca, o sindicato espera uma adesão maior da categoria ao longo da semana, caso as negociações não avancem.
 

Sinepe-MG 

 
Em nota, o Sinepe-MG informou que não houve paralisação de nenhuma instituição particular de ensino neste primeiro dia de greve. O sindicato, no entanto, confirmou faltas de professores por motivos de saúde, motivos pessoais não revelados e também pela adesão ao movimento da categoria.
O sindicato patronal minimizou os impactos da adesão da categoria à greve, alegando que a pandemia otimizou o sistema de reposição de aulas nas escolas. “Haja vista que, por causa das questões sanitárias recentes, as eventuais faltas ocorrem inesperada e inusitadamente, o que gerou uma dinâmica administrativa, pelas escolas, muito eficiente para o suprimento dessas ausências. Isto, a fim de não gerar prejuízo nenhum para os estudantes”, disse o Sinepe-MG.
Ao Estado de Minas, o presidente do Sinepe-MG, Winder Almeida Souza, disse não haver motivo para uma greve. Segundo ele, as negociações estão acontecendo e algumas escolas já aprovaram reajustes salariais nas bases pedidas pelos professores.
 
“Temos uma reunião marcada entre os sindicatos, as maiores escolas já conseguiram dar o reajuste. Então é uma greve sem motivo. Por isso, vemos que o profissional hoje sabe da realidade e por isso não adere. Durante a negociação, não se faz greve”, afirmou.
Não há previsão para o fim do movimento. A greve segue, ao menos, até quarta-feira, quando as propostas apresentadas na reunião de terça serão avaliadas pelos professores.

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