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Boris Johnson vence voto de desconfiança e permanece como primeiro-ministro britânico

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Após duas horas de votação, o parlamento britânico decidiu que Boris Johnson permanece no cargo como primeiro-ministro. Com 211 votos a favor e 148 contra ele segue como premiê e durante 12 meses não vai poder sofrer nova moção. Apesar de ter levado vantagem, ele segue desacreditado e teve um alto número de rejeição, o que fez com que ficasse mais enfraquecido. A votação que aconteceu nesta segunda-feira, 6, foi ocasionada devido à postura de Johnson durante a pandemia de Covid-19, quando realizou festas em Downing Street, e porque 15% dos 359 deputados da maioria conservadora, enviaram cartas pedindo que ele fosse afastado do cargo. A parcela de 59% dos votos de Johnson foi inferior aos 63% alcançados por sua antecessora Theresa May em seu voto de confiança de dezembro de 2018. Ela foi substituída sete meses depois. Johnson comemorou o resultado. “Acho que é um resultado convincente, um resultado decisivo, e o que significa é que, como governo, podemos seguir em frente e nos concentrar nas coisas que realmente importam para as pessoas”, declarou.

A votação foi informada no domingo a noite ao primeiro-ministro. Segundo Graham Brady, presidente do Comitê 1922, que administra a bancada parlamentar conservadora, alguns deputados decidiram adiar o envio de suas cartas até a conclusão do “jubileu de platina”, os quatro dias de celebrações na Grã-Bretanha para marcar os 70 anos de reinado de Elizabeth II. Graham e Johnson concordaram que “seguindo as regras estabelecidas, a votação deve acontecer o mais rápido possível”, explicou. Antes da votação, um porta-voz do premiê afirmou que a votação é uma oportunidade de “colocar um ponto final e seguir adiante”.

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