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Após caso de desaparecimento, Bolsonaro diz que irá ao AM no sábado

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O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta segunda-feira (13/6), durante conversa com a imprensa, que deve ir ao estado do Amazonas no próximo sábado (18/6). Ele não entrou em detalhes sobre a agenda. Em 5 de junho, o jornalista britânico Dom Phillips e o indigenista brasileiro Bruno Araújo desapareceram na região amazônica.

Os dois sumiram no trajeto entre a comunidade Ribeirinha São Rafael e a cidade de Atalaia do Norte. Na semana passada, o chefe do Executivo federal afirmou que Dom e Bruno fizeram uma “aventura não recomendável”.

Na conversa com jornalistas, Bolsonaro declarou que eles “sabiam do risco” na região e que “isso acontece em qualquer lugar do mundo”.

“Isso acontece em qualquer lugar do mundo. Acho até que os dois sabiam do risco que corriam naquela região. Os dois sabiam”, disse o presidente em entrevista à imprensa, no Palácio do Planalto,

A Polícia Federal e a Marinha do Brasil apuram o desaparecimento. Já o Ministério Público Federal (MPF) acionou a Força Nacional e a Polícia Civil do estado para participarem de buscas.

Mais sobre o assunto Brasil PF diz ainda ter esperança de encontrar indigenista e jornalista no AM Brasil Funai enfim se pronuncia, e nega omissão em busca por Dom e Bruno Guilherme Amado Dom e Bruno: servidores da Funai aprovam greve após fala do presidente Brasil Em ato, indígenas do Vale do Javari cobram justiça por Bruno e Dom Segundo o presidente, não há necessidade de mais pessoas se envolverem na busca do jornalista e do indigenista.

“Não tem porque mandar mais gente para lá. Chegou a bater 250 pessoas, duas aeronaves, muita embarcação. Lá tem de tudo que se possa imaginar naquela região. Eu lamento eles terem saído da forma como saíram, duas pessoas apenas, em terras desprotegidas. Tem notícia de pirata na região. Tudo tem ali”, declarou.

Na semana passada, a Organização das Nações Unidas (ONU) criticou a ação “extremamente lenta” do governo brasileiro e cobrou que as autoridades “redobrem os esforços” nas operações de busca.

Desencontro de informações Um desencontro de informações marcou o oitavo dia de buscas. Nesta segunda-feira, o suposto resgate dos corpos de Dom e Bruno desencadeou uma série de reações.

A Embaixada do Brasil no Reino Unido informou aos parentes de Dom que corpos teriam sido encontrados. A Polícia Federal nega. A família de Bruno cobrou apuração do caso. No domingo (12/6), uma mochila com objetos pessoais dos desaparecidos foi encontrada em área inundada.

Na noite desta segunda, a Polícia Federal reiterou, em nota, as esperanças de encontrar o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips.

O trabalho de buscas dos desaparecidos foi feito até às 18h nesta segunda, sem novas descobertas. Os materiais encontrados previamente, como o material orgânico aparentemente humano e as amostras de sangue, continuam em perícia. A corporação afirmou que os resultados devem sair em algum momento desta semana, mas não definiu dia.

Funai se pronuncia O presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva, rebateu críticas sobre a atuação do órgão no caso.

Silva listou uma série de medidas que o órgão estaria realizando, de entrega de cestas básicas na região a investimentos em ações de proteção a indígenas isolados, e afirmou que a Funai tem “trabalhado intensamente nas buscas” aos desaparecidos. Essa é a primeira declaração pública dele sobre o caso.

“A fundação apoia as buscas de forma incessante desde que foi informada do desaparecimento, sendo que quatro embarcações são empregadas nos trabalhos, com o envolvimento de 14 servidores. Os pertences das vítimas foram encontrados com auxilio dos servidores da Funai em campo”, afirmou.

“Diante de todas as informações listadas acima, conclui-se que não há que se falar em omissão do Governo Federal na busca aos desaparecidos, muito menos no enfraquecimento da atuação da Funai, cujo investimento na região tem crescido exponencialmente. Tais narrativas revelam uma apuração rasa e descontextualizada, que acaba por prejudicar o trabalho das instituições”, reclamou Silva.

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