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Vacinação baixa acende o alerta

Escrito por Redação

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Ana Magalhães*

 

O secretário de Saúde de Minas, o médico Fábio Baccheretti, alertou ontem para a importância da vacinação contra doenças como a gripe, sarampo e poliomielite. Até o momento, as campanhas de vacinação estão com baixa adesão, sendo que, no caso da poliomielite e da tríplice viral, os níveis de cobertura, no ano passado, corresponderam aos de 20 anos atrás.

 

Segundo Baccheretti, a cobertura vacinal contra a gripe está bem menor que o esperado. “Nós trouxemos três grupos importantes, sendo eles as crianças de seis meses a 5 anos, idosos acima de 60 anos e profissionais de saúde. Em todos os grupos, estamos longe da meta de 90% dessa população, estabelecida pelo Ministério da Saúde”, afirmou.

 

Ele ressalta que é bastante necessário que a população se imunize contra a doença, pois, atualmente, a influenza circula mais que à COVID-19. “Além disso, há o risco de o quadro avançar e provocar doenças respiratórias que podem ser graves”, completou.

 

A campanha contra a gripe finalizará em 3 de junho e, após esse prazo, o imunizante estará disponível para a população em geral. De acordo com o balanço divulgado ontem pela Secretaria do Estado de Saúde, a proteção contra a gripe chegou em 36,8%. Na semana anterior, esse número estava em 32,3%. As vacinas de poliomelite e tríplice viral tiveram cobertura com níves de 20 anos atrás

 

O médico informou haver também baixa adesão na vacinação contra o sarampo, sendo o imunizante o principal responsável no combate à doença. “O sarampo já foi erradicado no Brasil, em função da vacinação. Por conta da baixa cobertura vacinal, estão surgindo casos no estado”, afirmou. O imunizante é destinado às crianças de seis meses a 5 anos e a campanha estará disponível até 3 de junho. “Somente 33,3% do público infantil do estado recebeu a dose da vacina. O sarampo é uma doença muito contagiosa, até mais que a COVID-19. Então, podemos vencer essa luta caso todos se vacinem”, afirmou o secretário da Saúde.

 

Conforme Baccheretti, a vacinação contra a poliomielite, no ano passado, teve níveis de 20 anos atrás, por conta da baixa cobertura vacinal. “Estamos atrasando em duas décadas um ga- nho conquistado em relação ao imunizante de poliomelite”, afirmou. A situação também se aplica no caso da vacina tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola. “Estamos dando um passo largo para trás em relação ao calendário vacinal. Por isso, é muito importante que os pais levem seus filhos para colocar o cartão em dia, sobretudo porque são doenças que podem ser prevenidas com uma simples vacina”, explicou o médico.

 

* Estagiária sob supervisão do subeditor Diogo Finelli

 

 

 

Crianças sofrem mais síndrome respiratória

 

Leonardo Godin

 

A Prefeitura de Belo Horizonte informou, ontem, que 44,7% das pessoas internadas por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em hospitais do SUS e da rede suplementar da capital até 23 de maio eram crianças com idade até 9 anos. O número é maior que abril, quando as internações infantis representavam 40,7% de um total de 598 pessoas. A PBH alerta para a necessidade de vacinação contra a gripe. Das 152 pessoas que precisaram de internação por questões respiratórias, 30 eram crianças menores de 1 ano (19,7% do total dos internados) e 38 crianças com idade entre 1 e 9 anos (25% do total de internados).

 

Atualmente, apenas 36,5% das crianças estão vacinadas para gripe. Cláudia Navarro, secretária municipal de Saúde, lembra que o tempo frio e seco aumenta a incidência de doenças respiratórias, e chama a atenção dos pais e responsáveis para conscientização em torno da vacinação. Tanto para gripe quanto para a COVID-19. Em 2022, já ocorreram 5 mortes de crianças de até 9 anos por COVID-19. A primeira dose da vacina contra a COVID-19 já chegou a 80,6% de cobertura, e a segunda dose está em 52,6%. Todas as crianças de 11 a 5 anos já podem, e devem, tomar a segunda dose da vacina. 

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