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Matrículas em cursos híbridos têm alta de 43% em 2022, aponta pesquisa

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O distanciamento que vivemos nos períodos mais críticos da pandemia ficou no passado, mas algumas mudanças segue muito presentes. Entre elas a possibilidade de exercer a educação remota. Segundo pesquisa divulgada pela Educa Insights e Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), muitos estudantes estão preferindo faculdades que contemple também aulas remotas. O estudo usou como amostragem 22 instituições privadas das cinco regiões do Brasil. No primeiro semestre, matrículas em cursos de sistema híbrido tiveram aumento de 43% em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto os cursos presenciais cresceram 39%. A Priscila de Campos conta que sempre quis investir em uma carreira, mas com o filho de 8 anos era difícil estudar no período noturno. Com o ensino híbrido, ela estuda agora gestão fiscal e tributária. “A preocupação sempre é em relação ao meu filho, conciliar trabalho, casa, estudo e não é o fato de ir até a universidade, tem também o percurso, trânsito, carro. E o horário que chego em casa ele já estaria dormindo, se eu fosse apenas no presencial.”

Para o diretor-executivo da ABMES, Solon Caldas, o crescimento do formato híbrido pós-pandemia não surpreendeu, porque a modalidade EAD cresceu mais de 400% nos últimos 10 anos. “Foi feito um investimento muito grande em tecnologia. Muitas instituições, inclusive, investiram em equipamentos para os alunos levarem para casa, investiram em internet para os alunos que não tinham acesso. Então, houve uma nova abordagem no modelo de ensino e aprendizagem, usando a tecnologia. Isso impulsionou esse hibridismo”, comenta. Outro dado da pesquisa são as áreas da saúde entre as mais buscadas pelos estudantes, com crescimento para cursos de enfermagem, psicologia e fisioterapia.

Outro dado da pesquisa são as áreas da saúde entre as mais buscadas pelos estudantes

*Com informações da repórter Carolina Abelin

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