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Gabriela Andrade morre aos 26 anos

Escrito por Redação

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Carinhosamente chamada de ‘Gabi’ era Mãe de Theo e Lorenzo, gêmeos autistas. Morreu nesta quinta-feira (05).

Sua trajetória na luta pela vida começou em 2018, quando foi diagnosticada com o glioblastoma, tipo de tumor que surge no cérebro, como no caso dela. É comum em pacientes diagnosticados com a doença sintomas como fraqueza, fadiga, falta de coordenação, vômitos, náuseas, visão turva, dores de cabeça e convulsões.

Fechado o diagnóstico, os médicos foram bem sinceros. Disseram à Gabi que ela teria poucos poucos meses de vida. Daquele dia até hoje, foram mais de quatro anos. No último dia 09 de fevereiro, comemorou quatro anos na luta pela vida como se fosse a data de nascimento.

Cada dia, cada data passou a ser comemorada, desde o diagnóstico do glioblastoma, tipo maligno de tumor no Sistema Nervoso Central, responsável pela maioria das mortes entre os pacientes com tumores cerebrais. O diagnóstico é sempre de poucos meses de vida.

A vontade de viver, de ver os filhos crescer foi maior do que o diagnóstico dos médicos. Em quatro anos, foram várias idas e vindas para o Hospital Santa Rita de Cássia, em Vitória/ES, onde ficou várias vezes internada, fez quimioterapia e até cirurgias na parte afetada do cérebro para retirada do tumor.

Encarando sua luta com otimismo, compartilhava seu dia-a-dia pelas redes sociais. Fez coisas que nunca tinha feito, com as quais sonhava.

Uma doença como essa transforma a vida de qualquer pessoa. Entre altos e baixos, várias pessoas ajudaram à elevar sua estima, ânimo e alegria. Impossível não lembrar de Tia Su, companheira das horas mais difíceis e das mais alegres. Uma mão amiga na dor existencial.

 

 
 
 
 
 
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A DOENÇA – Um glioblastoma começa a se formar quando a informação genética nas células do cérebro é danificada, fazendo com que as células se multipliquem fora de controle. No caso de um glioblastoma, o crescimento consiste em uma área de necrose cercada por astrócitos pouco diferenciados.

Dor de cabeça intensa e prolongada, normalmente durante a noite, falta de força num braço e alteração do comportamento são alguns dos sintomas de quem tem um tumor no cérebro. Se for grave e maligno, a esperança média de vida varia entre os seis meses e dois anos, segundo os especialistas.

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