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Duas décadas após invasão da UFBA, Marta propõe mudança de nome do Viaduto do Canela

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Duas décadas após invasão da UFBA, Marta propõe mudança de nome do Viaduto do Canela

Invasão da Faculdade de Direito, em 2001 | Foto: Reprodução / APUB

Salvador poderá ter outro logradouro público nas imediações do campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) com o nome alterado. Depois da mudança na Avenida Adhemar de Barros, em Ondina, que passou a se chamar Milton Santos, a vereadora Marta Rodrigues (PT) pretende agora renomear o Viaduto do Canela.

Para a parlamentar, o local deverá passar a se chamar 16 de Maio, em referência a invasão da Polícia Militar ao campus da Faculdade de Direito da UFBA, em 2001. Na ocasião, policiais reprimiram manifestantes que pediam a cassação do então senador Antônio Carlos Magalhães, acusado de violar o sigilo do painel eletrônico do Congresso.

Segundo a petista, a data faz parte da história da capital baiana e é um marco na luta pela democracia. Atualmente, o viaduto homenageia do ex-deputado federal e professor de Direito Nelson Sampaio.

“Aquele dia de 2001 tem que ser registrado, e o viaduto nomeado de 16 de Maio. O projeto na época chegou a ser aprovado na Câmara, e enviado à prefeitura. Precisamos levar para as ruas a representatividade e a luta da população por direitos e democracia. Naquele espaço foi travado um embate do povo soteropolitano e baiano contra o autoritarismo e as arbitrariedades do carlismo, que não queremos mais para a Bahia nem no formato antigo, tampouco no formato disfarçado de novo”, declarou. 

Ao defender a proposta, Marta relembrou o projeto de indicação apresentado por ela em 2009 e aprovado pelo Conselho Universitário da instituição federal.

“Foram momentos inesquecíveis que remontaram o período da ditadura. Naquele dia, a UFBA, uma instituição federal, foi invadida pela polícia militar contrariando a Constituição Federal. Jovens, professores, pais e mães foram agredidos com uma força brutal da polícia, porque exercíamos nosso direito de liberdade de expressão. Não queremos mais que se repita algo parecido na Bahia”, acrescentou. 

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