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Raissa Soares é alvo de ação por crime de improbidade administrativa em Porto Seguro

Escrito por Redação

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A ação civil pública do Ministério Público da Bahia (MP-BA) foi protocolada na última segunda-feira (16), através da promotora Lair Faria Azevedo.
O pedido de providências, apresentado à justiça, é que Raissa Soares seja condenada à reparação do dano extrapatrimonial causado, no valor de R$ 50 mil em favor do Fundo de Direitos Difusos. A 5ª Promotoria de Justiça de Porto Seguro já notificou os interessados na causa.
A médica se negou ao acordo de realizar um vídeo para ela mesma se retratar da postura contrária às recomendações sanitárias em continuar defendendo o protocolo precoce (Kit Covid).
A ação segue acompanhada de vídeos e mensagens com a médica desestimulando a imunização contra a covid-19, numa absurda ‘propaganda’ contra a vacina, com apologia ao enfrentamento da covid à base do protocolo precoce de tratamento, sem qualquer embasamento no Ministério da Saúde e na OMS, notadamente, agora, contrária à realidade de todos os países do mundo, que estão focando suas medidas de enfrentamento à covid, através da vacinação da população.
À frente da Secretaria de Saúde de Porto Seguro, Raissa Soares, é acusada de crimes de improbidade administrativa, por ministrar hidroxicloroquina e outros medicamentos sem eficácia comprovada. Foi por essa prática que passou a ser conhecida como “Doutora Cloroquina”, participando de campanha nacional em defesa do chamado kit covid.
Oposta à vacinação, a médica promoveu tratamento contra a Covid-19 em Porto Seguro. A ação investiga se a médica, enquanto secretária municipal de saúde de Porto Seguro, desestimulou a vacinação da população contra o vírus da covid-19, no passo em que estimulou a adoção de suposto tratamento precoce, contrariando as orientações da ANVISA e do próprio Ministério da Saúde, instituições sérias e comprometidas com a saúde da população.

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