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Ministério Público da Bahia está acompanhando de perto inquéritos sobre mortes de ciganos

Escrito por Redação

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Após a execução do tenente Luciano Libarino Neves, 34 anos, e do soldado Robson Brito Matos, 30, no dia 13 do mês passado em Vitória da Conquista, dez pessoas foram mortas até a última sexta-feira (30), nos municípios de Vitória da Conquista, Anagé e Itiruçu.
Deste total, oito foram ciganos, sendo seis adultos, um menino de 13 e um adolescente de 16 anos – todos filhos do cigano Rodrigo Silva Matos, preso como um dos autores dos disparos que mataram os PMs. Além deles, um empresário e um jovem de 15, esses não ciganos, também foram mortos.
O Ministério Público da Bahia (MP/BA) informa que, no último dia 28, designou seis promotores de Justiça para atuar no procedimento que apura as circunstâncias da morte de Ramon da Silva Matos, ocorrida no dia 13 de julho no distrito de Lagoa das Flores, e também de um suposto cigano morto na última quarta-feira, dia 28, no município de Anagé. O procedimento é de autoria da Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial.
Segundo o órgão, os inquéritos policiais abertos para apurar os fatos estão analisando o desfecho do caso, tanto sobre a morte dos dois militares, quanto sobre a caçada aos ciganos acusados de participação no crime.
No dia 26 de julho foi apresentada denúncia contra Rodrigo da Silva Matos, Solon da Silva Matos, Diogo da Silva Matos e Marlon da Silva Matos pelo homicídio qualificado (por motivo fútil) contra autoridade no exercício da função, sem chance de defesa das vítimas.

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