‘Power Couple’: Nahim e Matheus se enfrentam e dinâmica termina em caos e gritaria

Mais uma vez uma dinâmica entre os casais do...

Polícia prende Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel há três anos

A Polícia de São Paulo prendeu, na tarde desta...

TJ-RJ arquiva denúncia contra Flávio Bolsonaro por supostas rachadinhas

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio...

Espetáculo A Casa Encantada reflete sobre direitos da criança e do adolescente

O espetáculo infantojuvenil "A Casa Encantada", que leva...

Dipirona em falta: conselho diz que cidades estão sem o remédio

Publicado em:

COMPARTILHE ESSE ARTIGO:
Diversas cidades do Brasil estão com seus estoques de dipirona injetável em falta. A informação foi repassada pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde Municipais (Conasems) em relatório enviado ao Ministério da Saúde. O medicamento em questão é um dos mais usados nas redes de saúde, indicado para o tratamento de dor e febre.
 
Em Belo Horizonte, por meio de nota, a prefeitura informou que não há falta dos medicamentos nas unidades da rede SUS-BH, além da Santa Casa BH e do Hospital Eduardo de Menezes. O governo de Minas também foi questionado, mas não enviou resposta. 
No relatório enviado ao Ministério da Saúde, o Conasems relatou que pelo menos 23 das 27 unidades federativas do país estariam desabastecidas do medicamento.
 
Além da dipirona injetável, outros remédios em falta seriam a
ocitocina injetável (usada para prevenir o sangramento após o parto de mulheres) e a neostigmina (antimiastênico e estimulante muscular colinérgico).
Algumas razões relatadas pelo órgão seriam fracasso nos certames, certames desertos, desistência dos fornecedores, suspensão das entregas e prorrogação das entregas por mais de 90 dias.
O Conasems também denunciou à pasta os preços abusivos praticados por alguns laboratórios, que se aproveitariam dos estoques em alta para inflacionar os medicamentos. 
“O Conasems também manifesta preocupação com a constatação e publicação de descontinuidade de produção de um ou mais fabricantes, o que alerta para os impactos no acesso a estes medicamentos. Há relatos e registro do aumento dos preços praticados por “quem tem algum quantitativo para vendas”, diz o órgão, no comunicado. 

Reajuste alto 

O problema da falta de medicamentos já havia sido comunicado pelo Conasems há um mês. Em abril, os produtos farmacêuticos subiram 6,13%, segundo dados do IBGE. 
O Estado de Minas questionou o Ministério da Saúde sobre o problema e aguarda o retorno. O material será atualizado posteriormente. 

O que você achou desse assunto? Deixa aqui seu comentário

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Polícia prende Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel há três anos

A Polícia de São Paulo prendeu, na tarde desta segunda-feira, 16, Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel, em junho de 2019....

Lotofácil: Caixa sorteia R$ 1,5 milhão nesta segunda-feira (16/5)

A Caixa sorteia, nesta segunda-feira (16/5), o concurso 2522 da Lotofácil. O prêmio está estimado em R$ 1,5 milhão. O evento será realizado no...