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Acusado de matar a enfermeira em Minas Gerais é condenado em 30 anos de prisão

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Reginaldo Ferreira de Souza foi condenado por latrocínio (roubo seguido de morte) por autoria no crime que tirou a vida de Priscila Cardoso, enfermeira assassinada em março deste ano, quando ela saía de um posto de saúde, localizado no bairro Cidade Nova, em Santana do Paraíso, no Vale do Aço, em Minas Gerais.

Réu confesso, ‘Pau Veio’, como é mais conhecido, foi condenado ao cumprimento de prisão no total de 30 anos, em regime inicial, fechado. A sentença foi prolatada nesta quarta-feira (17), no Fórum de Caratinga.

Reginaldo Ferreira de Souza, o Pau Véio, de 49 anos, era natural de Caratinga, mas durante sua vida cometeu crimes em Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo, foi preso mais de 20 vezes, inclusive por homicídio

A defesa informou que vai recorrer da decisão. A principal linha foi desclassificar o crime de latrocínio, apontando a motivação de feminicídio, por suposto envolvimento amoroso com a vítima. Essa hipótese foi descartada, já que o acusado não conseguiu dizer dados básicos e pessoais de Priscila, como o número de telefone ou a data de aniversário.

Priscila Cardoso foi torturada e morta com um tiro na testa

O CRIME – Priscila foi vista pela última vez no dia 15 de março. Uma câmera de segurança mostrou os últimos passos da enfermeira, ao sair de unidade de saúde, sendo rendida por um homem com a mão sob a camisa, aparentando estar armado.

Um dia depois, a Polícia Militar localizou o carro da enfermeira em Teixeira de Freitas, na Bahia, por meio de sistema de rastreamento do automóvel, que já estava em processo de desmanche em uma oficina. O mecânico foi preso.

Quatro dias depois do desaparecimento da enfermeira, o acusado do crime foi preso em Guarapari, no Espírito Santo.

A enfermeira foi encontrada sem a blusa e com a calça aberta

O corpo de Priscila foi encontrado numa plantação de eucalipto, no dia seguinte, em 20 de março, com marca de tiro na testa.

O laudo IML apontou que ela foi torturada, ao analisar as diversas fraturas pelo corpo. O enterro aconteceu na cidade natal da vítima, em Resplendor, no Vale do Rio Doce.

Clébio Dutra de Jesus (36 anos) foi condenado pelo crime de tentativa de adulteração de veículo

OUTRO ACUSADO – Clébio Dutra de Jesus (mecânico) foi preso em Teixeira de Freitas com o carro da vítima, que estava em processo de desmanche. Por esse crime, acabou condenado ao cumprimento de 2 anos e 6 meses de prisão, pelo crime de tentativa de adulteração de veículo.

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