Inteiramente gravado em um cemitério, o videoclipe mostra políticos brindando sobre as lápides com leques de dinheiro nas mãos.
No clipe, Gabriel o Pensador aparece morto, compondo com Moraes Moreira e Aldir Blanc, encontra o amigo Eduardo Galvão, brinca com o menino Henri e avista Paulo Gustavo, acompanhado de milhares de vítimas da pandemia. O pesadelo que proporciona estes encontros descreve também cenas horríveis.
A música, Patriota comunista, foi lançada nesta quarta-feira (21), como uma grande crítica aos fatos mais recentes no país.

“Opressão, censura, descaso com a vida e o meio ambiente, racismo, preconceito e discriminação em geral são males que sempre combati nas minhas composições. Infelizmente, são tão recorrentes que absurdos chegam a ser aceitos como algo normal. Muitos pediram para eu fazer “Matei o presidente 3”, mas o meu desabafo vai além. É uma crítica que inclui a reflexão sobre atitudes e “posicionamentos” de (des)governantes e (des)governados. Onde a nossa compaixão virou egoísmo, onde nossa solidariedade virou ódio, onde a gente está se perdendo?”, disse Gabriel.

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