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sexta-feira, 30/julho/2021
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Devotos de Iemanjá em Alcobaça fazem oferendas à Rainha do Mar

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Como já é tradição, todo dia 2 de fevereiro a rainha do mar na Bahia reúne milhares de devotos, em Alcobaça não é diferente.
As manifestações desse ano aconteceram no Templo do Terreiro do Baba orixá Pai Loy Amor (localizado no bairro Farol, em Alcobaça), com várias pessoas transportando seus presentes em barcos até o mar, onde fazem suas oferendas.
Fogos marcaram o início da festa, com cerca 100 pessoas acompanhando o cortejo da “rainha do mar”, na tradição do candomblé. A festa deste ano contou com o apoio do Comitê Municipal de Cultura (através de Romário e Thiago Mares, conhecido como ‘Thiago de Mestre Alegria’).
Turistas de vários estados do Brasil compareceram a esta manifestação cultural. A mineira, Janaina saiu de Belo Horizonte e aproveitou a data e a festa de iemanjá. Ela e outras centenas de pessoas atravessaram o bairro para ir até ás aguas para entregar rosas, de várias cores. “Já venho há muitos anos, agradeço por ter vencido um ano com saúde e peço para que este venha também com muita saúde”, enfatiza.
Outra turista, Maria de Lourdes (65 anos) é carioca e há uma década repete o mesmo ritual na uma festa de Iemanjá em Alcobaça. “Entrego meus presentes e, hoje, trouxe para alfazema, sabonete e rosa”, afirmou.
A HISTÓRIA DE IEMANJÁ: Acredita-se que quando a oferenda não afunda ou volta para terra firme é porque não foi aceita e está sendo devolvida por Iemanjá.
A grafia do nome de Iemanjá também é realizada com Y, por isso é tão comum encontrar o nome da divindade escrito desta maneira: Yemanjá. Na África seu nome tem origem nos termos do idioma Yorubá “Yèyé Omo Ejá”, que significa mãe dos filhos-peixe. No Brasil, ela também recebe os nomes: Inaé, Ísis, Janaína, Maria, Mucunã, Princesa de Aiocá, Princesa do Mar, Rainha do Mar e Sereia do Mar.
QUEM É IEMANJÁ?
Considerada a Rainha do Mar, Iemanjá é uma das divindades mais queridas da Umbanda e do Candomblé. Muito cultuada e respeitada, ela é tida como a mãe de quase todos os Orixás. Sua representatividade está muito ligada à fecundidade, por isso foi destinado à ela o Mistério da Geração.

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