Analista Ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/ MMA) e chefe da unidade do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos. Biólogo, com experiência em áreas ligadas à Biologia Pesqueira, Ecologia e Conservação Marinha e Educação Ambiental.

A nota segue assinada por Fernando Pedro Marinho Repinaldo Filho (Chefe do NGI – Núcleo de Gestão Integrada – ICMBio Abrolhos), veja aqui na íntegra.

Na forma de pedido, orienta empresários, turistas, operadores de turismo marítimo, pescadores, professores, Organizações Não Governamentais (ONG´s) apoiem esta divulgação, a fim de que as atividades sejam mantidas gerando benefícios aos envolvidos e garantindo a conservação dos ambientes e espécies marinhas do local.

Segundo ele, “muitas denúncias tem relatado condutas inadequadas promovidas por visitantes e operadores de turismo, em especial, apanhando tartarugas marinhas para fotografias entre outras”, enfatiza.

Essas atitudes, segundo conta, “por mais inofensiva que pareçam, configuram-se infrações ambientais, podendo sujeitar os responsáveis e envolvidos a multas e até prisão”, esclarece.

O Ministério do Meio Ambiente destaca que todas as espécies de tartarugas marinhas no Brasil estão ameaçadas de extinção. Os recifes costeiros na região de Abrolhos são importantes áreas para alimentação de animais juvenis de várias espécies, como é o caso da tartaruga verde e da tartaruga de pente.

A sustentabilidade exige uma conduta consciente e responsável nesses ambientes
recifais, evitando o pisoteio de colônias vivas de corais, a coleta de organismos e os cuidados com a destinação dos resíduos produzidos entre outros.

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