Advogada tem ataque homofóbico em padaria paulista

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Existem pessoas que conseguem se superar na ignorância, no ódio e no desrespeito ao próximo.

A advogada, de 41 anos, Lidiane Biezok, se comportou com uma dessas pessoas. A atitude dela, gravada num vídeo, mostra a humilhação praticada contra jovens gays, numa padaria em São Paulo.

Berrando aos gritos e arremessando objetos contra as pessoas, ela aparece completamente desequilibrada, com palavreados poucos usuais e incompatíveis para quem estudou anos numa faculdade de Direito e representa o sistema judiciário brasileiro.

Não resta dúvida de que a atitude dela passa distante da ética prevista na LEI Nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

No vídeo, dois jovens, ambos gays, se tornam alvo das agressões depois da intervenção deles para impedir que ela humilhasse um funcionário da Padaria Dona Deôla, no bairro Pompéia, na capital de São Paulo.

O caso aconteceu na noite da última sexta-feira, dia 20 de novembro. Ela foi presa em flagrante no mesmo dia, por injúria racialhomofobia e lesão corporal, mas foi liberada. O delegado foi bonzinho com ela, entendeu que não houve racismo (crime inafiançável) e sim injúria racial, crime bem mais brando, previsto no artigo 140 do Código Penal Brasileiro (CPB), do que o racismo, tipificado na lei LEI Nº 7.716, DE 5 DE JANEIRO DE 1989inafiançável e imprescritível, entendeu a diferença?

Depois do vídeo viralizar na internet, a advogada, que disse atuar em Direito Internacional, desativou suas redes sociais pra não passar mais vergonha na rede na rede mundial.

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