Palestrando na Semana do Contador da UNEC de Nanuque

Aplaudido de pé, Silvio Ramalho foi o principal palestrante da noite desta quarta-feira, dia 25, na programação da semana do contador, do Centro Universitário de Caratinga (UNEC), Campus de Nanuque/MG.

O olhar atento e admirado revelou a curiosidade dos quase 100 alunos, dos cursos de administração e ciências contábeis, em conhecer sua trajetória de vida, até ocupar o cargo e a posição como um dos prefeitos mais bem avaliados no estado da Bahia.

Sua história, personalidade forte, posição firme e ideias modernas lhe renderam a admiração do público e dos alunos, que viram nele muitos adjetivos para construção de suas carreiras.

Deivson Aroeira (Coordenador do Curso de Ciências Contábeis)

OPINIÕES – Contador, bacharel em Direito, pós-graduado em gestão pública, pecuarista, empresário e Prefeito de Caravelas. O Coordenador do Curso de Ciências Contábeis, Deivson Aroeira, e o Professor Walke Damascena, citou o currículo de Silvio Ramalho “ao justificar a sua escolha como palestrante, seguindo avaliação técnica, com base nesse histórico profissional”, explicaram.

Darlem Mendes da Silva (4º Período de Administração), destacou a contribuição do evento. “Daqui estamos levando um pouco da experiência do palestante, principalmente, porque a área pública abre muitas oportunidades profissionais e esse gestor tem feito muita coisa boa lá em Caravelas”, falou.

Entrega do prêmio de participação ao palestrante na Semana do Contador da UNEC de Nanuque

Outra estudante, Graziele André (8º período de Administração), disse ter ficado “muito honrada com a participação do prefeito, um dos melhores do estado baiano, com história de trabalhar para o povo e pelo povo”, argumentou.

A PALESTRA – O que ele contou sobre os tempos difíceis do início da carreira abriu um horizonte de esperança para os futuros profissionais da área de ciências exatas. Contador da época da máquina de datilografar e da calculadora, se tornou conhecido nas décadas de 80 e 90 pelo trabalho de assessoramento de prefeituras de várias cidades baianas. Naquele tempo ainda não existia a Lei de Responsabilidade Fiscal, então, muito comum eram os prefeitos carregar – no bolso – os talões de cheque das prefeituras, aumentando a dificuldade dos contadores para arrumar as contas públicas e, quem conseguia, passava a integrar um seleto grupo de profissionais.

Entrevista à equipe da Rede Minas

Ao responder a pergunta do 2º semestre de administração, sobre qual o legado pretende deixar, Silvio Ramalho não conteve a emoção. “Entrei na política com a intenção de ser prefeito pra fazer a diferença na vida das pessoas e ajudar quem mais precisa”, disse emocionado.

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