Confirmou o favoritismo e superou a margem de votos, em mais de 75% dos votos. O petista, Rui Costa, foi reeleito governador da Bahia pelos próximos quatro anos.

Deu a lógica. Os opositores do atual governador se embolaram em erros e revés. Principal nome oposicionista, ACM Neto, fez uma análise das possibilidades e resolveu ficar quieto na cadeira da Prefeitura de Salvador, horas antes do prazo final para a desincompatibilização.

A batata quente passou para Zé Ronaldo, que deixou a Prefeitura de Feira de Santana para disputar a vaga de governador. Deve está tentando identificar a placa da carreta petista que passou por cima dele, mesmo com o movimento de se embalar na onda Bolsonaro, candidato opositor do projeto de seu grupo político, que apoiou Geraldo Alckmin na Bahia.

O festival de trapalhadas terminou com a vitória esmagadora de Rui Costa e de seu grupo político. De lambuja, as duas vagas ao senado ficaram com Wagner e Coronel, dois candidatos do petista e a maioria na Assembléia Legislativa da Bahia (ALBA).

Em toda a Bahia era difícil identificar as cidades apoiando outro candidato que não fosse o atual governador e os prefeitos oposicionistas ao petista devem está fazendo as contas da merda em que se meteram.

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