Projeto já possibilitou a produção de 480 toneladas de alimentos em 2018

A Suzano Papel e Celulose anuncia expansão do Projeto de Agricultura Comunitária, que tem como objetivo fortalecer as produções locais e garantir a segurança alimentar, além de contribuir para a melhoria na qualidade de vida, geração de renda e de valor para as famílias participantes. Entre os pontos de expansão, destaca-se o aumento de renda complementar gerada. Em 2017, o projeto contribuiu com uma geração de renda de R$ 720.788. Já no primeiro semestre desse ano, o número atingiu R$ 1.188.724,00.

A iniciativa é realizada em diversas comunidades na Bahia e no Espírito Santo, como Bela Vista, Cravilina, Igrejinha, Juerana, Santo Antônio, São José, Argolo, São Bernardo, Córrego Grande e Taquari. A expansão do projeto integra a estratégia da empresa de apresentar ganho em escala para as comunidades que tenham aptidão para atividades agrícolas. “Nós estamos em contínua transformação para conseguirmos agregar cada vez mais valor para as comunidades em que estamos presentes, temos esse cuidado constantemente”, afirma Mariana Andreatta, Coordenadora Socioambiental da Suzano Papel e Celulose.

Além da geração de renda, o projeto também cresceu entre 2017 e 2018 em relação a outros fatores. O número de beneficiários diretos aumentou de 210 para 278 até o presente momento, o número de comunidades envolvidas foi de seis para doze e a quantidade de alimentos foi de 354 para 480 toneladas. Os principais produtos cultivados são: mandioca, pimenta do reino, maracujá, urucum, feijão, abobora, melancia, quiabo, abacaxi, além da produção de hortaliças nos projetos implantados em anos anteriores.

Em 2018, a ação já contribuiu indiretamente com mais de 1.100 pessoas, considerando beneficiários e familiares envolvidos no projeto. Os participantes recebem treinamentos teóricos e práticos sobre os diferentes tipos de cultura e práticas de manejo e qualificação técnica especializada em campo sobre temas diversos, entre eles o preparo de adubação natural, agricultura convencional e agricultura orgânica. Além disso, a empresa cede aos participantes os insumos necessários e cerca de 70 hectares para plantio em áreas coletivas.

Atualmente, as comunidades estão inseridas no negócio da empresa. Os alimentos produzidos pelas famílias participantes chegam até os colaboradores por meio de feirinhas sustentáveis, realizadas dentro das unidades da companhia, e também nas refeições diárias preparadas pelos restaurantes das fábricas. A iniciativa é projetada sob o alicerce de um modelo inovador de desenvolvimento comunitário participativo, que agrega pluralidade a partir de uma construção coletiva.

O que você achou desse assunto? Deixa aqui seu comentário