Após a grande repercussão do caso envolvendo a acusação de estupro de um adolescente nas dependências da Sacristia da Igreja de Santo Antônio, na cidade de Caravelas, a Diocese se manifestou por meio de nota.

ENTENDA O CASO – A mãe de um garoto de 13 anos acusa o líder dos coroinhas, Vítor Marques Daniel, de abusar sexualmente de seu filho, depois dela descobrir que o menino havia contraído sífilis. Os abusos, então, foram relatados pelo jovem e denunciados ao Conselho Tutelar e à Polícia Civil, que investiga o crime.

Nesta terça-feira (17), a Igreja Católica se manifestou por meio de nota, leia na íntegra:

A Co-Catedral Santo Antônio de Caravelas/BA, em resposta à matéria veiculada na imprensa regional, informa que a Igreja está colaborando com as investigações e cumprindo todas as recomendações feitas pelo delegado que está investigando o caso e ressalta ainda que a Paróquia tem total interesse na elucidação dos fatos.

Ainda assim, é importante ressaltar que o acusado não tem vínculo sacerdotal com a Igreja. Embora seja funcionário da paróquia, o mesmo possui deficiência mental comprovada através de laudo médico e é contratado nesta modalidade para suprir uma exigência legal.

No mesmo passo, informamos que o acusado, enquanto funcionário, sempre exerceu suas atividades de forma correta é irrepreensível, sendo que tão logo tivemos conhecimento da acusação o afastamos de suas atividades como ajudante na missa e nos colocamos à disposição das autoridades competentes para todo e qualquer esclarecimento.

O acusado não é líder religioso na Co-Catedral, exercia apenas e tão somente uma função de ajuda na missa, sem qualquer função de direção ou destaque.

Refutamos com veemência qualquer atitude que viole leis, moral e os bons costumes. Esperamos e desejamos que os fatos sejam esclarecidos e as medidas cabíveis sejam adotadas.

Reforçamos nosso compromisso com a verdade e com a Justiça!

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