Faleceu no último domingo, dia 12, uma apaixonada pela cidade de Prado. Aos 89 anos, a aposentada, Amarília Maria Dias, morreu no leito do Hospital Irmã Dulce, em Salvador.

Por mais de um ano lutava contra o Alzaimer. Os familiares dizem que ela estava sofrendo muito – acamada, mas procurava não demonstrar. O seu corpo foi sepultado na capital baiana, no Cemitério Quinta dos Lázaros, às 17 horas da última segunda-feira, dia 13.

A matriarca, 'Dona Cheiro' e a família Dias
A matriarca, ‘Dona Cheiro’ e a família Dias

Do casamento, ainda aos 17 anos, teve dois filhos (Gilmar Dias – o ‘Mazinho’ – e Jucélia Dias – a ‘Ceinha’). Criou – como se filhos fossem – dois dos seus três netos (Maíra Veronese, Arthur Dias e Larissa de Sousa).

No ano de 1982 ficou viúva e sozinha na cidade de Nanuque/MG. Mais tarde descobriria uma história de paixão pela cidade do Prado. Era o ano de 1989, quando a baiana nascida em Brumado mudou para o Prado, se tornando uma pradense de paixão, moradora da Rua Getúlio Vargas.

Trabalhou anos a fio vendendo cocadas. ‘Dona Cheiro’, como era mais conhecida, era proprietária do trailer ‘Cheiro Lanches’, parceiro na luta diária para criar seus filhos, mais tarde transformado em quiosque, na Praça de Alimentação.

Dona 'Cheiro' e as mulheres da família Dias
Dona ‘Cheiro’ e as mulheres da família Dias

A cidade de Prado só deixou pra trás depois de muita luta e insistência dos filhos, cerca de um ano antes de sua morte. Seu filho foi morar em Genebra, na Suíça. Para não ficar só, a filha ‘Ceinha’ levou a mãe para a capital baiana.

A notícia da morte de ‘Dona Cheiro’ causou grande comoção entre os pradenses, dado o seu carinho e o amor que dedicou às pessoas e à cidade por qual se apaixonou e quis viver seus últimos dias nesse plano terreno.

O que você achou desse assunto? Deixa aqui seu comentário